terça-feira, 25 de março de 2008

Dicas do programa

Esporte contra a depressão
A prática de esportes é uma boa saída para quem sofre de depressão.Modalidades de esporte a dois podem render ótimos resultados. Primeiro, porque a companhia de um amigo pode ser um ótimo estímulo e segundo, porque a prática de esportes trás bons estímulos físicos e psicológicos.Além disso, muitos antidepressivos têm seus efeitos melhorados com a prática de atividades físicas.
05.04.2009
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A importância do lúdico no desenvolvimento da criança.
Maria do Rosário Silva Souza
O brinquedo é oportunidade de desenvolvimento. Brincando, a criança experimenta, descobre, inventa, aprende e confere habilidades. Além de estimular a curiosidade, a autoconfiança e a autonomia, proporciona o desenvolvimento da linguagem, do pensamento e da concentração e atenção.
Brincar é indispensável à saúde física, emocional e intelectual da criança. Irá contribuir, no futuro, para a eficiência e o equilíbrio do adulto.
Brincar é um momento de auto - expressão e auto - realização. As atividades livres com blocos e peças de encaixe, as dramatizações, a música e as construções desenvolvem a criatividade, pois exige que a fantasia entra em jogo. Já o brinquedo organizado, que tem uma proposta e requer desempenho, como os jogos (quebra-cabeça, dominó e outros) constitui um desafio que promove a motivação e facilita escolhas e decisões à criança.
O brinquedo traduz o real para a realidade infantil. Suaviza o impacto provocado pelo tamanho e pela força dos adultos, diminuindo o sentimento de impotência da criança. Brincando, sua inteligência e sua sensibilidade estão sendo desenvolvidas. A qualidade de oportunidades que estão sendo oferecidas à criança através de brincadeiras e brinquedos garantem que suas potencialidades e sua afetividade se harmonizem. A ludicidade, tão importante para a saúde mental do ser humano é um espaço que merece atenção dos pais e educadores, pois é o espaço para expressão mais genuína do ser, é o espaço e o direito de toda criança para o exercício da relação afetiva com o mundo, com as pessoas e com os objetos.
Um bichinho de pelúcia pode ser um bom companheiro. Uma bola é um convite ao exercício motor, um quebra - cabeças desafia a inteligência e um colar faz a menina sentir-se bonita e importante como a mamãe. Enfim, todos são como amigos, servindo de intermediários para que a criança consiga integrar-se melhor.
As situações problemas contidas na manipulação dos jogos e brincadeiras fazem a criança crescer através da procura de soluções e de alternativas. O desempenho psicomotor da criança enquanto brinca alcança níveis que só mesmo a motivação intrínseca consegue. Ao mesmo tempo favorece a concentração, a atenção, o engajamento e a imaginação. Como conseqüência a criança fica mais calma, relaxada e aprende a pensar, estimulando sua inteligência.
Para que o brinquedo seja significativo para a criança é preciso que tenha pontos de contato com a sua realidade. Através da observação do desempenho das crianças com seus brinquedos podemos avaliar o nível de seu desenvolvimento motor e cognitivo. No lúdico, manifestam-se suas potencialidades e ao observá-las poderemos enriquecer sua aprendizagem, fornecendo através dos brinquedos os nutrientes ao seu desenvolvimento.
A relação criança X brinquedo X adulto
A criança trata os brinquedos conforme os receberam. Ela sente quando está recebendo por razões subjetivas do adulto, que muitas vezes, compra o brinquedo que gostaria de ter tido, ou que lhe dá status, ou ainda para comprar afeto e outras vezes para servir como recurso para livrar-se da criança por um bom espaço de tempo. É indispensável que a criança sinta-se atraída pelo brinquedo e cabe-nos mostrar a ela as possibilidades de exploração que ele oferece, permitindo tempo para observar e motivar-se.
A criança deve explorar livremente o brinquedo, mesmo que a exploração não seja a que esperávamos. Não nos cabe interromper o pensamento da criança ou atrapalhar a simbolização que está fazendo. Devemos nos limitar a sugerir, a estimular, a explicar, sem impor nossa forma de agir, para que a criança aprenda descobrindo e compreendendo, e não por simples imitação. A participação do adulto é para ouvir, motivá-la a falar, pensar e inventar.
Brincando, a criança desenvolve seu senso de companheirismo. Jogando com amigos, aprende a conviver, ganhando ou perdendo, procurando aprender regras e conseguir uma participação satisfatória.
No jogo, ela aprende a aceitar regras, esperar sua vez, aceitar o resultado, lidar com frustrações e elevar o nível de motivação.
Nas dramatizações, a criança vive personagens diferentes, ampliando sua compreensão sobre os diferentes papéis e relacionamentos humanos.
As relações cognitivas e afetivas da interação lúdica, propiciam amadurecimento emocional e vão pouco a pouco construindo a sociabilidade infantil.
O momento em que a criança está absorvida pelo brinquedo é um momento mágico e precioso, em que está sendo exercitada a capacidade de observar e manter a atenção concentrada e que irá inferir na sua eficiência e produtividade quando adulto.
Vamos brincar?
Brincar junto reforça os laços afetivos. É uma manifestação do nosso amor à criança. Todas as crianças gostam de brincar com os pais, com a professora, com os avós ou com os irmãos.
A participação do adulto na brincadeira da criança eleva o nível de interesse, enriquece e contribui para o esclarecimento de dúvidas durante o jogo. Ao mesmo tempo, a criança sente-se prestigiada e desafiada, descobrindo e vivendo experiências que tornam o brinquedo o recurso mais estimulante e mais rico em aprendizado.
Guardar os brinquedos com cuidado pode ser desenvolvido através da participação da criança na arrumação feita pelo adulto. O hábito constante e natural dos pais e da professora ao guardar com zelo o que utilizou, faz com que a criança adquira automaticamente o mesmo hábito, ocorrendo inclusive satisfação tanto no guardar como no brincar.
" Os professores podem guiá-las proporcionando-lhes os materiais apropriados mais o essencial é que, para que uma criança entenda, deve construir ela mesma, deve reinventar. Cada vez que ensinamos algo a uma criança estamos impedindo que ela descubra por si mesma. Por outro lado, aquilo que permitimos que descubra por si mesma, permanecerá com ela." ( Jean Piaget)

Alimentos crus ou cozidos?

Ao preparar uma refeição, muitas pessoas ficam em dúvidas sobre a melhor maneira de aproveitar verduras e legumes. A nutricionista kelse Albuquerque, da Unifesp, explica que, na maioria das vezes, é melhor consumi-los crus.
“É neste estado que os vegetais se encontram no máximo de suas capacidades nutricionistas”, diz. Mas, muitas vezes, o cozimento é inevitável. Certos alimentos apresentam aproveitamento melhor quando mais moles, como é o caso do amido de milho. Nesses casos, a técnica de preparo é determinante. “Para perder no mínimo de nutrientes durante o cozimento, deve-se ferver a água antes de colocá-los no recipiente, deixando-os o menor tempo possível”.

Carnaval: Cuidados com a maquiagem e a saúde dos olhos

"Com as crianças o cuidado tem que ser redobrado. Nunca se deve maquiá-las com os produtos de suas mães. Elas correm sérios riscos de manifestar uma reação alérgica, irritação nos olhos e até dermatites de contato. O ideal são os produtos desenvolvidos especialmente para o público infantil”.
É preciso ter um pouco mais de atenção com a maquiagem. "Irritação nos olhos, coceira e até mesmo conjuntivite são os principais problemas causados quando certos cuidados não são tomados", alerta o oftalmologista Dr. Hilton Medeiros.
Além das mulheres, as crianças também costumam dar grande importância à produção durante o carnaval. Por isso os pais devem estar atentos aos produtos usados pelos pequenos que costumam abusar de pinturas no rosto nessa época de festas.

As maiorias das crianças entre dois e quatro anos têm aqueles acessos de birra quase incontroláveis, que deixam seus pais sem saber como agir.
Passo a passo: 1. Antes de tudo, mantenha a calma. A birra é conseqüência do começo da percepção que a criança tem de si como um ser individualizado com vontades, mas que ainda não entende que para viver em comunidade ela tem que ceder. Quando seu gosto é contrariado, surge um conflito de poder com os pais. Por volta dos cinco anos a criança já começa a lidar melhor com a necessidade de ceder e as birras vão acabando.
2. Não a castigue, não perca tempo tentando fazê-la entender, não discuta e não entre numa batalha de forças com a criança. Tente distraí-a, faça-a rir, e tente sutilmente fazer o que delas se pretende.
3. Se necessário, afaste-a por um tempo, por exemplo, deixando-a em seu quarto, até que ela volte a razão.
4. Muitas birras se dão na hora das refeições. Não meça forças com a criança, obrigando-a a comer algo. Vai ser algo muito desgastante e por mais que consiga fazer com que a criança coma determinado alimento naquele momento, isso pode gerar uma aversão futura por este tipo de comida. Hábitos alimentares se passam por meio de exemplos dos pais.
5. A maioria das crianças volta ao normal, logo após sentirem que expressaram a sua vontade. Tenha paciência.
6. Procure um psicólogo quando estas birras passarem a ser muito freqüentes ou os pais começarem a perder o prazer da companhia da criança.
Pintura a Dedo.

Que a pintura é uma atividade que as crianças adoram é desnecessário dizer. Mas, aqui você vai aprender como ir além do simples ato de pintar...
A pintura a dedo é uma das mais fascinantes atividades para as crianças. A parte mais difícil é acabar com a brincadeira depois que ela começa. Aqui você vai aprender a fazer, a um custo muito baixo, sua própria tinta atóxica, para suas atividades de pintura a dedo ou mesmo com pincel.
Veja a seguir 2 Receitas simples para desenvolver a atividade de Pintura com os Dedos:
Para desenvolver a atividade será necessário o seguinte material:
Papel branco lustroso ou um pouco opaco pouco mais grosso que a cartolina;
Mesa lavável ou oleada para protegê-la;
Bacia com água para molhar a folha de papel;
Aventais de matéria plástica;
Tintas (que serão elaboradas conforme a receita abaixo).
RECEITAS:
I. A um Mingau ralo feito de maizena ou polvilho, adiciona-se anilina vegetal na cor desejada, e se obtém uma boa tinta atóxica.
II. De acordo com a espessura do mingau se controla a consistência da tinta, para mais fina ou mais grossa. TÉCNICA PARA APLICAÇÃO DESTA RECEITA:
Com a palma da mão espalha-se a tinta sobre a superfície lisa do papel.Com os dedos ou com a mão desenham-se as formas desejadas.
A um Mingau ralo de polvilho, junta-se uma colher das de sopa de Sabão em flocos (em pó) e o pó de pintar da cor desejada para dar o colorido.
TÉCNICA PARA APLICAÇÃO DESTA RECEITA:
Passa-se a folha de papel na bacia com água e deita-se a mesma sobre a mesa, alisando-a com as mãos. Com as mãos espalhar a tinta sobre o papel todo e, depois, com a ponta dos dedos abertos ou fechados, a palma da mão ou com o pulso pode-se obter linhas e movimentos bem interessantes.
Canções de carinho
A Construção da identidade musical do bebê também é tarefa da mamãe e do papai
No aconchego do colo da mamãe, o bebê é envolvido em estimulantes melodias. "A união entre vibração sonora, toque e carinho faz com que a criança balbucie e direcione o olhar para a mamãe", explica Claudimara Zanchetta, musicoterapeuta especialista em psicologia corporal reichiana e presidente da Associação dos Musicoterapeutas do Paraná.
Realizar esse contato com o bebê por meio da música é fundamental. Com isso, a mamãe e o papai auxiliam na formação do repertório musical do filho. "Os pais devem ajudar a construir a identidade sonora da criança, que se amplia conforme ela cresce", revela a especialista.
Para inserir a música na vida do bebê, o importante é respeitar interesses individuais e também cada fase do seu desenvolvimento
Vale, assim, resgatar melodias que a mamãe e o papai gostam, ensinar canções de ninar e até mesmo brincar com barulhinhos. "Estimular o bebê a produzir sons, seja chacoalhando ou batendo objetos, também é uma das atividades que podem favorecer a construção de suas musicalidades e de outras habilidades, como as motoras", complementa Ana Cristina Parente Sampaio musicoterapeuta pós-graduada em Psicopedagogia.
Aos 2 anos, o bebê já conhece muitas palavras. Por isso, os pais também precisam selecionar canções que ajudem a ampliar o vocabulário, conforme explica Ana Cristina. Ao ter contato com novas palavras, as crianças se sentem motivadas a descobrir os significados e enriquecem seu vocabulário naturalmente. Ao mesmo tempo, canções que sugerem movimentos corporais e nomeiam partes do corpo estimulam a criança a aprendê-los, como acrescenta Claudimara. E ensinar tudo isso ao filho é ajudá-lo a descobrir a vida de forma muito mais gostosa.

A leitura é um hábito saudável.

As pesquisas comprovam que quando a criança lê e entende o significado do que leu, ela tem mais chances de se dar bem em todas as disciplinas escolares. Mas, para criar esse costume, é importante o estímulo e a participação dos pais muito antes de a criança começar a freqüentar a escola, afirmam os educadores.
Um bom caminho é reservar alguns minutos, do dia ou da noite, para ler uma historinha para o seu filho. Pode ter certeza que, além de prazeroso, esse hábito desperta nos pequeninos a curiosidade e o fascínio pela leitura. Autores e educadores famosos costumam dizer que iniciaram na arte das palavras, primeiro, como ouvintes.
Não existe uma idade pré-determinada para introduzir as histórias e contos de fada na vida das crianças. Segundo os educadores, quanto mais cedo os pais estabelecem essa rotina, mais a criança se encanta e sente prazer em escutar uma boa história. Para começar, escolha um livro simples, de um bom autor, com mais ilustrações do que palavras. Leia uma historinha por noite. À medida que seu filho for crescendo, vá apresentando histórias mais complexas.
Assim que for alfabetizado, proponha que ele passe a ler pequenos trechos ou frases para você. Vale tudo: placa de rua, enunciados de outdoors, receitas simples de bolo ou alguns parágrafos de um livro. Essa troca orienta os educadores, estreita os laços e ajuda a criança a decifrar e a ampliar o seu vocabulário.
Atenção: controle a sua ansiedade. Não faça pressão e respeite a idade e as limitações da criança.

Animais de estimação
Quase toda criança gosta de brincar com animais de estimação. Além de fazerem companhia uns aos outros, eles podem estimular a criança a desenvolver afeto, responsabilidade e respeito.
Animais passam confiança, fortalescem os laços afetivos e ajudam no desenvolvimento da criança.
A psicologa infantil dra. Vera Zimmermann, da Unifesp, lembra que nas brincadeiras, por exemlo, a criança poderá ganhar um arranhão ou uma mordida. Mas isso é uma etapa da amizade e será importante: a partir dos três anos, os pais podem envolver ao filho nos cuidados com o animal. Essa atitude ajuda a entender que amar também significa cuidar do outro, compartilhar todos os momentos.
Brincar e brincar para crescer
Confira as dicas para ajudar no desenvolvimento do seu bebê
Um sorriso no rosto, as mãos explorando novos objetos e os olhos atentos. O ato de brincar é essencial desde o início da vida da criança. Na opinião da psicopedagoga clínica Simaia Sampaio, os brinquedos proporcionam diversas habilidades físicas e mentais. "Alguns dos maiores benefícios é quando a criança utiliza a imaginação e desenvolve a coordenação motora ao brincar com atividades que movimentam o corpo", diz a especialista. Uma boa dica às mamães que têm bebês a partir de 6 meses é brincar de esconder o rosto em algum pano, tirar e dizer a palavra 'achou'. "Eles se divertem muito com esta brincadeira", conta Simaia.
Outra idéia é oferecer brinquedos com botões de apertar, emitir sons e luzes, além de estimular teatros e uso de fantasias Estas atividades ajudam a desenvolver a linguagem e estimulam a criatividade. As brincadeiras também podem auxiliar a criança a lidar com seus sentimentos e a começar a organizar suas percepções sobre o mundo, por exemplo. O importante, de acordo com a especialista, é a mamãe auxiliar com carinho o seu bebê a expressar todas as suas emoções por meio de atividades lúdicas.

Comprar brinquedos com cuidado
Confira as dicas para adquirir brinquedos:
* Observe se existe o selo do Inmetro que indica que o produto foi fabricado e comercializado de acordo com as normas técnicas em vigor – juntamente com o selo de um órgão credenciado (IQB, Falcão Bauer). Mesmo os brinquedos educativos precisam ser analisados, pois podem ser pintados com tinta tóxica ou conter farpas de madeira.
* Verifique para qual faixa etária o brinquedo é destinado.
* Examine o brinquedo. A Lei Estadual nº 8.124/92 determina que as lojas são obrigadas a manter amostras de jogos e brinquedos sem lacre e abertos para que possam ser testados pelo consumidor.
* Todo produto deve trazer informações adequadas e claras sobre suas características, qualidades, quantidade, origem, composição, preço, garantia, entre outros dados.
* Os pais devem estar atentos para haver um equilíbrio nos brinquedos de seus filhos. Existem crianças que só tem carrinhos ou bonecas e não tem nenhum jogo e vice-versa. É importante brincar com todos os tipos de brinquedos, sendo estimulado em todas as habilidades.
Fontes: Fundação Procon/Simaia Sampaio, psicopedagoga clínica e pedagoga.

10 dicas para viver com entusiasmo
Prof. Luis Almeida Marins Filho
1. Afaste-se de fatos e de pessoas negativas. Cuidado com as noticias ruins. Afaste-se delas;
2. Aceite e valorize suas idéias;
3. Não reclame. Não fale mal dos outros;
4. Seja alegre. Ria de si mesmo. Seja bem humorado;
5. Ilumine mais o seu ambiente de trabalho e sua casa. A escuridão traz a depressão;
6. Ser alguém sempre pronto a colaborar;
7. Surpreenda as pessoas dando "momentos mágicos”;
8. Preste atenção ao detalhes. Faça sempre o melhor;
9. Invista em Você. Ande limpo e bem vestido;
10. Não fique parado. Aja! Faça Já! Entusiasmo é ação!

Círculo vicioso do mau comportamento infantil.

Você sabia que a IRRITAÇÃO e FRUSTRAÇÃOde um Adulto diante das ações deCrianças mal comportadas, alimentam esse Mau Comportamentocriando assim um verdadeiroCírculo Vicioso que perpetuaesse Mau Comportamento?
Acompanhe então esta breve cena muito comum na vida de muitos...
Vamos supor que uma Criança pratique uma Atitude comum de Mau Comportamento...
Entra então em cena, o Adulto, mostrando toda sua Raiva, Indignação e Frustração diante daquele fato. E ele xinga, chama palavrões e outras coisas...
Diante disso, a Criança se sente Superior a Ele, e então ela pensa: - A mais importante e poderosa pessoa na minha vida, é incapaz de me corrigir! Ou pensa... - A mais importante pessoa na minha vida, vai ter de suar muito para fazer eu me comportar direito!Ou pensa... - É muito divertido deixar os adultos loucos da vida!
Isso gera um Conceito Negativo a respeito de si mesmo. E ela pensa: - Se é tão difícil para os adultos ajudarem na minha correção, devo ser mesmo um caso perdido!Os adultos devem quebrar este Círculo Vicioso substituindo a RAIVA pela Tristeza sincera ou Empatia.

Brincadeira de qualidade.

Você sabia que brincar é ferramenta indispensável para o desenvolvimento
De toda criança. No entanto, o excesso de brinquedos pode atrapalhar esse processo.
O que realmente importa são o estímulo e a companhia que a criança tem. São esses fatores que fazem com que haja o desenvolvimento a partir do brinquedo ou da brincadeira. Alem disso, a criança precisa de tempo para aprender. Com muitos brinquedos, não há como descobrir e aproveitar cada um deles.
"Se a criança não receber a devida atenção, em geral, quando adulta, tem dificuldade de amar seus semelhantes." (Dalai-Lama).

Rir é sempre bom!

Lembra quando nossos avós diziam que rir é o melhor remédio? Pois esse antigo ditado tem um fundo de razão. Além de contribuir para espantar a tristeza, o riso ajuda a manter nossa saúde e o melhor é uma das reações mais comuns.
Nós rimos muitas vezes por dia e em situações muito diversas, mas não percebemos isso, explica a neurocientista Dra. Silvia Helena Cardoso. Pois raramente controlamos de forma consciente nosso riso. Pesquisas mostram que risos e bom humor diminuem estresse e ansiedade, reforça a imunidade a dor. A Dra. Silvia ainda lembra que, ao rimos, aumentamos a quantidade de oxigênio captada pelos pulmões, facilitando a respiração.
"Saiba sorrir para a vida a fim de que ela seja a sua própria alegria de viver. A partir daí, a felicidade estará permanentemente ao seu lado.” (Iran I. Jacob)

Competição amigável.
Você sabia que a rivalidade é comum entre as crianças, desde a infância, elas precisam aprender que não estão sozinhas e que conviver com outras pessoas como irmãos, primos e colegas são essenciais para a vida social e afetiva.
A experiência com os irmão e colegas é importante na infância, pois nos ensina a dividir, a esperar e a ouvir os outros. As competições devem ser cuidadas pelos pais, para que não saiam do limite, sendo observadas e controladas, mais não reprimidas. Quando os pais intervêm antes de as brigas ficarem serias ou violentas, as pequenas disputas tornam-se pratica saudável, na qual os irmãos aprendem a argumentar e a se defender, preparando-se para a vida.

Como facilitar o sono do seu filho.

Ritmo. Esta é a palavra mágica quando o assunto é o sono das crianças. ”Desde que nasce é importante que a criança tenha um ritmo”, diz o pediatra Sérgio Spalter. Isso quer dizer ter horário para comer, para passear, para dormir.
O comportamento dos pais também é determinante para a boa noite de sono dos pequenos. “Os pais não devem atrapalhar o sono do bebê”, diz Spalter. Se a criança despertar no meio da noite, não faça disso um evento. Crianças muitas vezes acordam e voltam a dormir sozinha. Ou seja, nada de sair correndo, acender as luzes e pega-las no colo nos primeiros segundos de reclamação. Mas se o despertar se repetir muitas vezes, converse com um pediatra.

Dicas para um bom professor
1. EXPERIÊNCIA ANTERIOR
As escolas evitam contratar o professor que passa um ano em cada emprego, mudando constantemente de metodologia.
2. CONHECIMENTO DE INFORMÁTICA
Não basta saber operar um computador. É preciso utilizá-lo como uma ferramenta no desenvolvimento de habilidades e para enriquecer as aulas das diversas disciplinas do currículo.
3. LEITURA VARIADA
Ser bem informado é requisito básico para qualquer professor.
4. ATUALIZAÇÃO CONSTANTE
É importante estar sempre se reciclando por meio de cursos ou da participação em congressos e seminários.
5. POSTURA PESSOAL
Bom relacionamento com os colegas é fundamental. Nesse ponto se inclui a capacidade de trabalhar em equipe.
6. DOMÍNIO DE CLASSEO
Professor deve saber estabelecer regras junto com sua turma.
7. CARACTERÍSTICAS PESSOAIS
Porém, há características valorizadas de maneira geral, como a criatividade, o dinamismo, a flexibilidade e a capacidade de adaptar-se a mudanças.
8. DOMÍNIO DE LÍNGUA
Saber Inglês, principalmente para facilitar o acesso a fontes de informação diversificadas, inclusive a Internet, tem sido cada vez mais importante. Fundamental, no entanto, é falar e escrever corretamente o Português.

Compreendendo a criança...
A reflexão é uma qualidade indispensável a qualquer educador.
Quem educa deve saber o que quer.
Quem educa deve conhecer o educando.
Deve ser firme e suave e que uma ordem justa, quando dada, deve ser mantida.
As perguntas das crianças devem ser sempre respondidas com a verdade.
Deve esforçar-se em conseguir que as crianças pratiquem o bem pelo bem e não com a intenção de receber prêmio ou por exclusivo temor ao castigo.
Deve acostumar as crianças a falar com naturalidade e para isto, é aconselhável estimular, entre elas, o relato de suas observações e experiências.
Deve levar as crianças a agir por si mesmas, a resolverem, tanto quanto possível, sozinhas, suas situações difíceis.
Permanecendo numa posição de expectativa está cooperando para que as crianças possam agir sozinhas e se tornem mais independentes.
Uma das finalidades essenciais da educação é fazer com que a criança de hoje e, conseqüentemente, o homem de amanhã se baste a si mesmo.
Em breve mais dicas!

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